Disse tudo

19 09 2009

“Manoel Salviano, como deputado, tem sido um bom ex-prefeito.”

Beto Fernandes, na sua Revista do Beto

    Nós acrescentaríamos: e um bom dono de televisão.

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Raimundão tenta ser dono da festa

30 08 2009

     “O ex-prefeito Raimundo Macedo concendeu entrevista a rádios de Juazeiro onde [SIC] alertou à população de [SIC] que todas as obras que estão sendo executadas pelo prefeito Manoel Santana decorrem de recursos conseguidos durante sua administração. (…) Quis capitalizar todos os investimentos que estão sendo realizados nas diversas áreas do município. E esse comportamento individualista gerou indignação na bancada federal cearense.

Festa com chapéu alheio

Ao ser avisado das declarações do ex-prefeito Raimundo Macedo, o deputado federal Arnon Bezerra diz que a verdade precisa ser colocada no seu devido lugar. Primeiro, cobrou de Raimundão anuncia ao povo ser ele, Arnon, o verdadeiro responsável por ter conseguido uma grande soma de recursos para promover o desenvovimento de Juazeiro do Norte. Só, que [SIC] ressalta Arnon, parte desse dinheiro não liberado pelo governo Lula na administração Raimundo Macdeco devido à inadimplência com a previdÊncia e outras prestações de contas devidas. Juazeiro, por essa grave falha, chegou a perder R$11 milhões em verbas conquistadas por Arnon Bezerra. A segunda verdade de Arnon: o prefeito Manoel Santana está resolvendo essas pendências de prestação de contas e está resgatando esses recursos.”

Fonte: Jornal do Cariri

Coluna de Donizete Arruda

PS1: A cacofonia, o barbarismo e o erro de regência fazem parte do texto original e estão marcados por [SIC].

PS2: As informações são de responsabilidade do Jornal do Cariri.

PS3: Já comentamos o comportamento de Raimundão aqui em outras oportunidades. Ele está sem mandato e por isso precisa ter visibilidade na mídia de outras formas para viabilizar sua candidatura a deputado federal. Por isso, dá entrevistas frequentemente, manda parabéns ao Icasa, dá opinião em tudo que acontece na cidade, participa de inaugurações, etc. Nosso palpite é que a próxima aparição dele será na Romaria de Nossa Senhora das Dores, participando das missas, procissões e reafirmando sua fé católica para os eleitores de Juazeiro.

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Vem aí a ‘renovação’ política…

30 08 2009

     Jornalista Donizete Arruda anunciando em sua coluna do Jornal do Cariri que Wilson Melo (apresentador do medíocre Cidade Urgente da TV Verde Vale) filiou-se ao PSDC para sair candidato a deputado estadual, fazendo dobradinha com Manoel Salviano (PSDB), seu patrão, para deputado federal. Eles não têm pudor nenhum em esconder que usam a TV com fins político-eleitoreiros. Com seu programa sensacionalista, apelativo e assistencialista, Wilson Melo tenta tirar proveitos para si e para seu patrão, a fim de angariar votos. Isso em uma TV que deveria ser educativa!

     Realmente, será uma  tremenda dobradinha: juntos, os dois sairão derrotados ano que vem.

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Ri-di-chulus XLIX

19 08 2009

     Todas as representações contra José Sarney foram arquivadas no Conselho de Ética, assim como a representação contra Arthur Virgílio. Enquanto isso, senadores querem saber por que Dilma Roussef teria mando acelerar (ou seria encerrar?) a investigação  contra Sarney. Que isenção eles têm pra investigar esse tipo de coisa, já que fizeram um grande acordo pra que ninguém investigasse ninguém?

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Ri-di-chulus XLVIII

17 08 2009

     Ontem à noite a TV Verde Vale transmitiu o jogo do Icasa (após o final do jogo, já que ela não podia transmiti-lo ao vivo). Quem era o comentarista esportivo? O Deputado Federal dono da TV, Manoel Salviano!

    O que os políticos não fazem pra aparecer?!

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A farsa das mudanças que nunca mudam

9 08 2009

Por Carlos Chagas

Do fundo  do tiroteio verificado esta semana no Senado emerge uma farsa. Os partidários do afastamento do senador José Sarney sustentam que nenhuma mudança  acontecerá  nas estruturas da instituição  caso o seu presidente não se licencie ou renuncie. Sua presença seria fator de constrangimento e de imobilidade.

Os defensores da permanência  de Sarney argumentam  que as mudanças já estão em curso, promovidas pelo próprio presidente do Senado, como a extinção dos atos secretos, a limitação do  uso de passagens aéreas gratuitas e  as demissões de funcionários efetuadas sob a égide do nepotismo.

Com todo o respeito,   tanto  uns quanto  outros encenam a farsa das mudanças que nada mudam. Porque para recuperar sua imagem e voltar a prestar serviços ao país  o Senado precisaria mudar muito mais.   Descer às raízes das lambanças, começando por acabar com a triste figura dos suplentes sem voto, hoje numerosos e, sem coincidência,  os que mais se valem de benefícios irregulares. Caso um senador renuncie, morra ou se torne impossibilitado de exercer suas funções, deveriam ser convocadas novas eleições para a  vaga, em tempo recorde, em seus estados.

Tão importante quanto essa proposta seria a de que os senadores não teriam direito a verbas de representação, em especial para enfrentar despesas fora de Brasília.   Haveria, também, que limitar o número de  assessores e funcionários de gabinete ao mínimo possível.   Da mesma forma, denunciar todos os contratos de terceirização que não fossem essenciais, em especial os de prestação de serviços variados.  Ao mesmo tempo, levantar o sigilo bancário, telefônico e fiscal de todos os senadores, imediatamente diplomados. Outra mudança: colocar em disponibilidade ou demitir os funcionários considerados supérfluos, obrigando a indenizar os cofres públicos quantos comprovadamente recebiam vencimentos  sem trabalhar ou comparecer.

Mas tem  muito  mais e mais profundo: transformar o Senado em casa revisora, ficando a iniciativa dos projetos de lei com a Câmara dos Deputados. Reduzir de três para dois os senadores por estado e distrito federal. Proibir a reeleição para cargos na mesa e na presidência das comissões enquanto durarem seus mandatos. Dar aos presidentes do Senado a prerrogativa de devolver liminarmente ao Executivo todas as medidas provisórias carentes do caráter de urgência  e relevância. Estabelecer apenas um  recesso parlamentar por ano, em janeiro, mas só se  iniciando  quando não houver mais em pauta um só projeto a ser discutido e votado. Vetar o pagamento de despesas  pelos cofres públicos de   viagens de senadores ao exterior, sem exceção.  Realizar sessões de votação todos os dias da semana, menos aos domingos. Impedir o pagamento com dinheiro da casa  de despesas médicas para familiares dos senadores. Estabelecer o princípio da não-reeleição para os que tiverem completado dois mandatos. Extinguir a frota de carros oficiais postos à disposição dos senadores, exceção do presidente, mas apenas para representações oficiais. Acabar com o auxílio-moradia para todos, mantendo apenas as  residências  funcionais  e a mansão  do presidente, ainda que com  despesas de rotina arcadas pelos próprios.

Há muito mais a mudar, importando menos se com Sarney ou sem Sarney, mas a pergunta que fica é simples: quando acontecerão as mudanças fundamentais?  No dia em que o Sargento Garcia prender o Zorro…

Fonte: http://www.tribunadaimprensa.com.br





Ri-di-chulus XLVII

8 08 2009

 

farinhaAs brigas Collor x Simon e Jereissati x Calheiros no plenário do Senado.

     Aquela casa já foi palco de históricos EMBATES, pautados por discursos memoráveis permeados de argumentações e oratória envolventes. Agora, tudo se resume a BAIXARIA, permeada de palavrões e xingamentos. Não é à toa que muitos defendem o fim do Senado. Quantos episódios semelhantes já tivemos em 10 anos? Quantos senadores cassados? Quantos renunciaram pra não serem cassados? Quantos presidentes afastados do cargo para não perderem o mandato?

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Charge: Diário do Nordeste