Às ruas, à terra

18 10 2009

O vandalismo da violência social nas grandes cidades provocadas pelo êxodo rural parece não escandalizar a mídia. Vocês do Rio não assistem os vandalismos provocados pelas forças de repressão em despejos de famílias sem teto. A polícia de São Paulo usou trator de esteira para destruir barracos em uma favela. Isso sim é vandalismo contra o povo brasileiro.

João Pedro Stédile,

a respeito da luta pela atualização dos índices de produtividade do país e da pecha de “vandalismo” frequentemente atribuída ao Movimento dos Sem-Terra.

Leia a entrevista no Jornal do Brasil, clicando aqui.





Câmara aprova antecipação de feriados para as segundas-feiras

28 09 2009

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou na quarta-feira (23) o Projeto de Lei 2756/03, do deputado Milton Monti (PR-SP), que antecipa para as segundas-feiras os feriados que ocorrem entre as terças e sextas-feiras.

De acordo com o texto aprovado, os feriados dos dias da Paz Universal (1º de janeiro), Carnaval (festa móvel), Sexta-feira Santa (festa móvel), Independência do Brasil (7 de setembro) e Natal (25 de dezembro) são os únicos que não serão alterados.
(…)

Datas relevantes
Pudim explica que os feriados que não são alterados pelo projeto são datas relevantes e protegidas por disposições de proteção de bens culturais não devendo mesmo ter suas comemorações modificadas.

No caso de haver mais de um feriado na mesma semana, o projeto determina que o segundo passará para a segunda-feira da semana seguinte. “Os feriados que caem no meio da semana, causam muitos transtornos e prejuízos à economia, principalmente ao comércio”, afirma o autor da proposição.

Fonte: UOL





Prêmio Nacional Ideal Clube de Literatura

27 09 2009

REGULAMENTO

O I Prêmio Nacional Ideal Clube de Literatura – 2009, Prêmio Gerardo Mello Mourão, promovido pelo Ideal Clube, é instituído para propiciar a edição de livros a autores inéditos, bem como para incentivar, mediante concurso, a criação literária inédita no gênero POESIA, sendo regido pelas cláusulas e condições aqui discriminadas.

I. Área do Concurso
1. Livro Publicado ou Livro à Publicar
2. Textos Inéditos

II. Inscrições e apresentação dos trabalhos
1. Para Livro Publicado ou Livro à Publicar

a) Poderão inscrever-se candidatos residentes em qualquer parte do território nacional.
b) Os textos que irão compor o livro deverão ser absolutamente inéditos e escritos em Língua Portuguesa, pois, uma vez já publicados, quer o todo ou uma parte, implicará o fato sua eliminação a qualquer tempo do certame.
c) Cada livro deverá ser apresentado em 3 (três) vias, em papel tamanho A4 (210mm x 297mm), em espaço 2 (dois ou duplo), digitado de um só lado do papel, sem rasuras ou emendas manuais, com uso da fonte Times New Roman, tamanho 12, tendo todas as páginas numeradas de 01 a 80 (no mínimo) ou de 01 a 100 (no máximo).
d) É necessária, também, a apresentação dos trabalhos eletronicamente em CD-R, a serem validados no ato da inscrição, e com etiqueta contendo o nome do concurso e o pseudônimo do autor.
e) Os concorrentes já inscritos em outros Prêmios Ideal Clube de Literatura não poderão usar neste os pseudônimos naqueles já por eles utilizados.
f) No ato da inscrição, o candidato deverá apresentar as cópias do livro em um pacote lacrado; dentro deste, deve estar um envelope, também lacrado, contendo, internamente, o nome completo do concorrente, seu endereço, seu telefone, com uma fotocópia da Carteira de Identidade; e externamente, etiqueta com as seguintes informações: nome do concurso, área de inscrição, título do livro e pseudônimo do autor.
g) Também no ato da inscrição, o candidato deverá apresentar outro envelope, contendo internamente: o CD-R, onde deverá estar digitado o livro, Curriculum do autor; externamente, etiqueta de identificação contendo as seguintes informações: nome do concurso, área de inscrição, pseudônimo do autor e a palavra “Curriculum”.
h) Cada participante poderá inscrever apenas 1 (um) livro, com as devidas páginas numeradas de 01 a 80 (no mínimo) ou de 01 a 100 (no máximo), sendo a página 01 o início do primeiro poema.
i) As inscrições poderão ser feitas pessoalmente pelo concorrente ou por um representante seu, na Secretaria do Clube, no período de 06 de julho a 30 de setembro, de 8h às 12h e de 14h às 18h.
j) As inscrições também poderão ser feitas via correio, obedecendo às recomendações já expostas, com o seguinte destino: Ideal Clube, Av. Monsenhor Tabosa, 1381; Bairro Meireles; CEP 60165-011.
k) É vedada a inclusão – sob pena de eliminação do candidato – de qualquer elemento que permita a identificação do autor.
l) Os requisitos acima deverão sem cumpridos rigorosamente no ato da inscrição, sem o que os trabalhos não serão aceitos pela Secretaria do Clube.

2. Para Textos Inéditos

a) Poderão inscrever-se candidatos cearenses, residentes em qualquer parte do território nacional, e não cearenses, residentes no Estado do Ceará.
b) Os textos deverão ser absolutamente inéditos e escritos em Língua Portuguesa, pois, uma vez já publicados, quer o todo ou uma parte, implicará o fato sua eliminação a qualquer tempo do certame.
c) Cada trabalho deverá ser apresentado em 3 (três) vias, contendo o pseudônimo, em papel tamanho A4 (210mm x 297mm), em espaço 2 (dois ou duplo), digitados de um só lado do papel, sem rasuras ou emendas manuais, com uso da fonte Times New Roman, tamanho 12, tendo todas as páginas numeradas, em número máximo de 5 (cinco) para cada poema.
d) É necessária, também, a apresentação dos trabalhos eletronicamente em CD-R, a serem validados na ato da inscrição, e com etiqueta contendo o nome do concurso e o pseudônimo do autor.
e) Os concorrentes já inscritos em outros Prêmios Ideal Clube de Literatura não poderão usar neste os pseudônimos naqueles já usados.
f) No ato da inscrição, o candidato deverá apresentar um envelope, contendo internamente as vias do trabalho; e externamente, etiqueta com as seguintes informações: nome do concurso, área de inscrição, títulos dos trabalhos e pseudônimo do autor. Outro envelope, a ser lacrado no ato da inscrição, contendo internamente: o CD-R com os trabalhos digitados e um breve Curriculum do autor (5 linhas), cujo modelo se encontra à disposição dos interessados na Secretaria do Clube; externamente, etiqueta de identificação contendo as seguintes informações: nome do concurso, área de inscrição, pseudônimo do autor e a palavra “Curriculum”.
g) Cada participante poderá inscrever no máximo (2) dois, com o máximo de 5 (cinco) páginas cada um.
h) É vedada a inclusão – sob pena de eliminação do candidato – de qualquer elemento que permita a identificação do autor.
i) Os requisitos acima deverão ser cumpridos rigorosamente no ato da inscrição, sem o que os trabalhos não serão aceitos pela Secretaria do Clube.

III. DA CLASSIFICAÇÃO E PREMIAÇãO

1. Livro Publicado ou Livro à Publicar

b) Será classificado apenas 1 (um) livro em primeiro lugar.
c) O livro classificado em primeiro lugar receberá, como prêmio, a quantia de R$ 30.000,00, bem como a sua edição, sendo esta de 500 exemplares, sob responsabilidade do Clube.
d) Para o lançamento ao público dessa obra, o Ideal Clube patrocinará, também, os convites e o coquetel da festa – caso necessário, também, a passagem aérea e a hospedagem.

2. Textos inéditos

a) A Comissão, em seu julgamento final, selecionará 3 (três) trabalhos para a premiação, classificando-os de 1º a 3º lugar.
b) O autor classificado em 1º lugar receberá o prêmio de R$ 7.000,00 (sete mil reais); o classificado em 2º lugar receberá o prêmio de R$ 5.000.00 (cinco mil reais); o classificado em 3º lugar receberá o prêmio de R$ 3.000.00 (três mil reais).
c) O Ideal Clube publicará o livro “Coletânea”, contendo os trabalhos selecionados até o 50º colocado.
d) Cada autor que tiver seu trabalho inserido no livro receberá 10 (dez) exemplares do mesmo; e os demais, um exemplar cada.

IV. Local e prazo

a) As inscrições estarão abertas a partir do dia 06 de julho ao dia 09 de outubro de 2009, na Biblioteca do Ideal Clube, à Rua Monsenhor Tabosa, 1381 – Fortaleza – CE, fone: 3248. 5688 – ramal 35, local em que deverão ser entregues os trabalhos concorrentes.

V. Comissão Julgadora – Prazo

a) A Comissão Julgadora será composta de quatro intelectuais de nomeada no Estado ou no País, sendo os seus nomes mantidos em sigilo até a data da proclamação dos vencedores.
b) É vetada a participação no mesmo jurado em mais de dois Prêmios Ideal de Literatura, consecutivos.
c) As decisões da Comissão Julgadora serão irrevogáveis.
d) A Comissão terá de 11 de setembro a 6 de novembro para julgar os trabalhos.
e) A Comissão entregará até o dia 6 de novembro de 2009 à Diretoria de Cultura e Arte do Ideal Clube o livro classificado em primeiro lugar, bem como os textos inéditos que irão compor a “Coletânea”.

VI. Proclamação dos Resultados e Entrega dos Prêmios

a) Os vencedores do presente concurso, nas duas áreas de inscrição, serão conhecidos e proclamados no dia 19 de novembro, em solenidade a ser realizada no Salão Nobre do Ideal Clube, às 20h.
b) Nessa ocasião, será feita a entrega dos prêmios, bem como o lançamento do livro “Coletânea”, com a entrega dos exemplares.

VII. Disposições Finais

a) Os trabalhos inscritos nesse concurso não serão devolvidos.
b) Os prêmios, nas duas áreas, sob nenhuma hipótese, serão divididos, devendo a Comissão Julgadora, por unanimidade ou por maioria simples, definir-se por uma obra concorrente.
c) A inscrição do candidato e a entrega dos trabalhos e/ou obra publicada subentende o conhecimento e aceitação deste regulamento, bem como a autorização para a publicação dos mesmos, caso selecionados, no livro “Coletânea”.
d) Os membros do Conselho Curador de Cultura, a Diretoria do Clube e seus dependentes, bem como os dirigentes das entidades que prestam Apoio Institucional (item IV – a) ficam expressamente proibidos de participar deste concurso.
e) Os casos omissos serão resolvidos pelo Presidente do Ideal Clube, ouvida a Diretoria e o Conselho Curador de Cultura, os quais não poderão, entretanto, alterar as normas aqui instituídas.

VIII. Mais informações: ideal.clube@terra.com.br

SECRETARIA DO IDEAL CLUBE
(8h às 12h)
BIBLIOTECA DO IDEAL CLUBE
(14h às 20h) Sra. Lane Almeida
(085) 3248-5688
Av. Monsenhor Tabosa, 1381 | Meireles | CEP 60165-011 Fortaleza – Ceará – Brasil
http://www.idealclube.org.br/

Fonte: Concursosliterarios.com.br





Globo X Record: uma guerra privada com armas públicas

22 08 2009

Por Rodolfo Viana

Não há mocinhos em nenhum dos lados da recente briga entre a TV Globo e a Rede Record de Televisão. Também não há mentiras nos ataques de uma contra a outra: os Marinho sempre tiveram uma relação espúria com o poder e a Record, uma interação promíscua com a Igreja Universal do Reino de Deus. Mas o problema central nessa guerra é que estão guerreando com armas alheias. Estão guerreando com armas públicas.

É ingenuidade de pouco eco crer que não existem interesses econômicos e ideológicos guiando os grandes grupos de comunicação do país. A comunicação de massa tem papel estratégico na organização social e criação de valores e a informação também sofre diversos tipos de manipulações, das mais explícitas – edições de texto/imagens, escolha das fontes, qualificações – às mais sutis – o que é silenciado, o “tom” sobre o informado, as relações de uma notícias com outra, a ordem de apresentação.

É por isso que a luta pela democratização da comunicação não se restringe à criação de normas de conduta ao jornalismo hoje praticado, buscando a isenção e objetividade. Essa luta tem de visar a possibilidade de multiplicação de vozes, a multiplicação do que é informado e como é informado, permitindo ao cidadão obter mais dados sobre uma determinada realidade para que, com eles, forme seu juízo. Com o monopólio ou oligopólio da informação, restringem-se as versões da realidade, orientando visões de mundo.

Qual o problema, então, com a recente disputa entre a Rede Globo e a Rede Record? Esta última está expondo a milhões de telespectadores informações que antes só eram conhecidas de um grupo restrito sobre a tenebrosa história da maior emissora do país. A Globo, por sua vez, ataca o sistema nervoso da segunda maior emissora, os incontáveis problemas da Igreja Universal do Reino de Deus. O conflito quebra um tácito pacto de não agressão entre os poderosos, e mais informações são disponibilizadas ao público. Quando dois gigantes brigam, os pequenos podem tirar proveito, imagina-se.

Só que esta “guerra” escancara de uma forma sem precedentes uma prática ilegal e imoral: os interesses privados estão sendo defendidos com armas públicas, as concessões de TV entregues aos Marinho e a Edir Macedo. Ao lançarem mão destas “armas”, comprometem a função social dos meios de comunicação e, mais, infringem normas de utilização de uma concessão pública de radiodifusão. 
  

Diferentemente de um jornal impresso, que é privado e responde atualmente somente às leis dos códigos Civil e Penal (já que não existe mais a Lei de Imprensa…), as emissoras de televisão operam por meio de concessões públicas e, como tais, estão obrigadas a cumprir determinações legais para o seu funcionamento. Não podem fazer o que bem entender com a sua programação, uma vez que só possuem o direito de chegar aos lares de praticamente todos os brasileiros porque o Estado brasileiro, em nome do povo, as tornou concessionárias públicas de radiodifusão.

Portanto, não importa quem tem razão nessa guerra privada entre Globo e Record. As duas cometem um gravíssimo erro ao utilizar a arena pública da radiodifusão de forma privilegiada para travarem as batalhas privadas que lhes interessam. A Rede Globo, caminhando por mais anos nessa estrada, tem mais expertise. Seus interesses são mais bem travestidos de “notícias” relevantes apresentadas à sociedade nos seus telejornais. A Record peca por um amadorismo tacanho, com a edição de “reportagens” em que nem sequer se preocupam em fazer a clássica divisão da objetividade aparente entre “opinião” e “informação”.

Mas não importa o nível de sofisticação de cada uma delas. A disputa Globo x Record é a mais recente e nítida apropriação do público pelo privado.

Em tempo: nestes mesmos dias de “guerra” entre as duas maiores emissoras de TV do país, os representantes dos empresários da área de comunicação se retiraram da comissão organizadora da I Conferência Nacional de Comunicação. A Conferência, prevista para ocorrer no final desse ano, visa a ser um amplo espaço de debate e deliberação sobre temas da área, incluindo as formas de concessão e renovação de espectros de radiodifusão, conteúdo e programação, publicidade etc.

A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) foi uma das entidades que se retiraram do processo. Mais do que isso, foi a entidade que liderou o movimento de esvaziamento da Conferência pelo empresariado.

A Rede Globo e a Rede Record são associadas da Abert. Estão, portanto, do mesmo lado quando a tarefa é sufocar a justa reivindicação do direito de a sociedade brasileira discutir a comunicação.

Malandro é o gato que já nasce de bigode… (Observatório do Direito à Comunicação)

 
    Rodolfo Viana é jornalista e membro do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social

Fonte: Caros Amigos





A farsa das mudanças que nunca mudam

9 08 2009

Por Carlos Chagas

Do fundo  do tiroteio verificado esta semana no Senado emerge uma farsa. Os partidários do afastamento do senador José Sarney sustentam que nenhuma mudança  acontecerá  nas estruturas da instituição  caso o seu presidente não se licencie ou renuncie. Sua presença seria fator de constrangimento e de imobilidade.

Os defensores da permanência  de Sarney argumentam  que as mudanças já estão em curso, promovidas pelo próprio presidente do Senado, como a extinção dos atos secretos, a limitação do  uso de passagens aéreas gratuitas e  as demissões de funcionários efetuadas sob a égide do nepotismo.

Com todo o respeito,   tanto  uns quanto  outros encenam a farsa das mudanças que nada mudam. Porque para recuperar sua imagem e voltar a prestar serviços ao país  o Senado precisaria mudar muito mais.   Descer às raízes das lambanças, começando por acabar com a triste figura dos suplentes sem voto, hoje numerosos e, sem coincidência,  os que mais se valem de benefícios irregulares. Caso um senador renuncie, morra ou se torne impossibilitado de exercer suas funções, deveriam ser convocadas novas eleições para a  vaga, em tempo recorde, em seus estados.

Tão importante quanto essa proposta seria a de que os senadores não teriam direito a verbas de representação, em especial para enfrentar despesas fora de Brasília.   Haveria, também, que limitar o número de  assessores e funcionários de gabinete ao mínimo possível.   Da mesma forma, denunciar todos os contratos de terceirização que não fossem essenciais, em especial os de prestação de serviços variados.  Ao mesmo tempo, levantar o sigilo bancário, telefônico e fiscal de todos os senadores, imediatamente diplomados. Outra mudança: colocar em disponibilidade ou demitir os funcionários considerados supérfluos, obrigando a indenizar os cofres públicos quantos comprovadamente recebiam vencimentos  sem trabalhar ou comparecer.

Mas tem  muito  mais e mais profundo: transformar o Senado em casa revisora, ficando a iniciativa dos projetos de lei com a Câmara dos Deputados. Reduzir de três para dois os senadores por estado e distrito federal. Proibir a reeleição para cargos na mesa e na presidência das comissões enquanto durarem seus mandatos. Dar aos presidentes do Senado a prerrogativa de devolver liminarmente ao Executivo todas as medidas provisórias carentes do caráter de urgência  e relevância. Estabelecer apenas um  recesso parlamentar por ano, em janeiro, mas só se  iniciando  quando não houver mais em pauta um só projeto a ser discutido e votado. Vetar o pagamento de despesas  pelos cofres públicos de   viagens de senadores ao exterior, sem exceção.  Realizar sessões de votação todos os dias da semana, menos aos domingos. Impedir o pagamento com dinheiro da casa  de despesas médicas para familiares dos senadores. Estabelecer o princípio da não-reeleição para os que tiverem completado dois mandatos. Extinguir a frota de carros oficiais postos à disposição dos senadores, exceção do presidente, mas apenas para representações oficiais. Acabar com o auxílio-moradia para todos, mantendo apenas as  residências  funcionais  e a mansão  do presidente, ainda que com  despesas de rotina arcadas pelos próprios.

Há muito mais a mudar, importando menos se com Sarney ou sem Sarney, mas a pergunta que fica é simples: quando acontecerão as mudanças fundamentais?  No dia em que o Sargento Garcia prender o Zorro…

Fonte: http://www.tribunadaimprensa.com.br





Ri-di-chulus XLVII

8 08 2009

 

farinhaAs brigas Collor x Simon e Jereissati x Calheiros no plenário do Senado.

     Aquela casa já foi palco de históricos EMBATES, pautados por discursos memoráveis permeados de argumentações e oratória envolventes. Agora, tudo se resume a BAIXARIA, permeada de palavrões e xingamentos. Não é à toa que muitos defendem o fim do Senado. Quantos episódios semelhantes já tivemos em 10 anos? Quantos senadores cassados? Quantos renunciaram pra não serem cassados? Quantos presidentes afastados do cargo para não perderem o mandato?

Joaseiro.com

Charge: Diário do Nordeste





“Fico”

8 08 2009

SarneyFonte: Diário do Nordeste